· Atletismo paralímpico
Keula Semedo recorda a visibilidade proporcionada por Tóquio 2020
Uma reportagem do IPC explorou como Tóquio 2020 alterou a notoriedade da velocista cabo-verdiana Keula Semedo.
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Cabo Verde alcançou importantes marcos internacionais no atletismo em épocas consecutivas. Marcio Miguel Da Costa Fernandes conquistou o primeiro título mundial de atletismo do país em 2015, antes de Gracelino Tavares Barbosa ganhar a primeira medalha paralímpica no Rio 2016. A cobertura posterior do IPC sobre a velocista Keula Semedo destacou a visibilidade e as ligações pessoais criadas pela participação paralímpica, alargando a história nacional para além dos pódios.
O contexto histórico baseia-se nos registos do IPC indicados nas ligações. As datas e as funções correspondem à época do artigo original.
· Atletismo paralímpico
Uma reportagem do IPC explorou como Tóquio 2020 alterou a notoriedade da velocista cabo-verdiana Keula Semedo.
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Skander Athmani, Safia Djelal e Abdeslam Hili conquistaram o ouro numa sessão de forte desempenho africano em Tóquio 2020.
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· Atletismo paralímpico
Gracelino Tavares Barbosa conquistou a primeira medalha paralímpica de Cabo Verde, com o bronze nos 400 m masculinos T20 no Rio 2016.
Ler a reportagem de arquivoContacte a organização nacional para obter informações sobre participação, desenvolvimento dos atletas, classificação e representação do seu país.
Contacte o seu NPC para encontrar um clube acessível, uma primeira sessão de treino ou uma oportunidade desportiva local.
Construir um percurso para os atletas através do treino, do acesso a equipamento, da informação sobre classificação e da competição.
Prepare-se para eventos nacionais e continentais, com inscrições coordenadas pelo seu NPC e pela federação competente.